Introduza você o título aqui que eu não sei que nome lhe dar

Devo parecer o cretino mais pretensioso do planeta por me atrever a escrever estas referências, mas a verdade é que da história da minha vida recente guardo imensas  memórias amorosas. Não sei se por desvario emocional, se por pinga-amorismo, ou mera carência, o que é certo é que sempre tive, ao longo da minha vida, e em particular num passado muito recente, múltiplas namoradas.  Agora, que estou de novo com a minha mulher, só me permito ter “escapadelas”, mas durante o longo tempo em que estivemos separados, conheci, por via da Internet, dezenas de mulheres com as quais tive casos. Umas recordo com mais saudade do que outras, fosse porque me tivessem tocado mais o coração, ou porque a troca de cumplicidades tenha sido maior.

Os meus casos de amor, somente os de há três anos até ao presente, cobrem grande parte do território nacional, e podem ser contabilizados pela sua localização geográfica: com mulheres da ilha da Madeira, tive dois relacionamentos – um deles deixou-me sequelas que demorei bastante tempo a sarar; do Alentejo, mais propriamente de Grândola, conheci uma mulher mal casada, que dizia ser frígida mas gostar de fazer sexo, com quem tive um caso breve; em Lisboa, tive casos com diversas mulheres, onde se incluem uma russa belíssima e várias brasileiras; de Alverca do Ribatejo, tive uma ligação curta com uma loira esfuziante, web designer, que vim a saber ser adepta do sado-masoquismo; de Fátima, tive um affair breve com uma brasileira empregada na indústria hoteleira; no Carregado, conheci uma professora universitária, extremamente carente, que depressa me enfastiou; do Entroncamento, tive uma ligação séria com uma loira, bailarina amadora, que durou quase um ano; de Rio Maior, tive uma relação curtíssima com uma latifundiária local;  de Leiria e arredores, tive casos com mulheres diversas; de Gaia, tive uma relação curiosa com uma professora de religião e moral, que vivia atormentada pelos sentimentos de culpa. Na cidade do Porto, tive três relações breves, com duas funcionárias públicas e com uma empresária local.

Tudo isto aconteceu num tempo recorde, depois de muitos milhares de quilómetros feitos no meu antigo carro a diesel e outros tantos milhares de euros gastos em hotéis e restaurantes. Depois de tantas aventuras, deixei de perceber o que seja o amor, como se ama, ou qual a diferença entre fazer sexo e fazer amor.  Um dia, prometo, escreverei com detalhe as minhas memórias, as confissões do devasso que fui… ou que ainda sou.

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